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    O algoritmo da Natureza
    por Everton Spolaor

    Todas as coisas que vemos ao nosso redor se transformam de acordo com algoritmos bem determinados.
    Na Natureza, nada ocorre por acaso.
    Não existe o acaso.

    Tudo o que existe no universo se desenrola de acordo com equações, algoritmos e regras bem específicas; um elegante fluxo de rotinas matemáticas. Assim, cada evento, cada acontecimento, cada vibração é o resultado de um evento anterior, de um acontecimento anterior, de uma vibração anterior. Acontecimentos ligados uns aos outros por uma misteriosa cola a que chamamos de tempo.

    Quando uma folha que cai da árvore, rodopiando ao sabor do vento, ela não cai de forma aleatória, embora assim pareça aos nossos olhos destreinados. Cada movimento, cada impulso, cada vibração é nada mais que o resultado das leis da mecânica, da inércia, da gravitação, do eletromagnetismo e das forças nucleares.

    E da mesma forma como uma folha tem seu destino escrito por tais leis, assim também somos nós, em nossa vida diária, sobre a qual julgamos estar em pleno controle.

    Somos folhas caducas que acreditam ter o poder de escolher onde cair.
    Não temos tal poder.

    Não somos uma exceção no universo. Seguimos as mesmas leis da folha que cai.
    Onde, pois, reside o tal do livre-arbítrio?
    Seria o livre-arbítrio nada mais que uma ilusão?
    Deveriamos então deixar que o universo nos conduza? Deveríamos viver como sugere Zeca Pagodinho, com o refrão de "deixa a vida me levar, vida leva eu"?

    Ora! Uma novela é uma ilusão. Uma ficção. Uma não-realidade. Mas a novela tem sua própria história. Uma ilusão dentro de outra. Eis, pois, que é na administração de nossa ilusão que reside o livre-arbítrio.

    Somos sim uma folha caducante, deslizando ao sabor do vento. Somos um barco à deriva ao sabor da maresia. Mas poderia um marinheiro em um barco à deriva se sentir inútil se seu barco fosse suficientemente grande e provido de ilimitados recursos? Não é a mente um grande barco à deriva em um oceano de leis indomáveis?

    Tornemos, pois, grandes as nossas mentes.
    Cultivemos grandes relacionamentos, grandes vivências, grandes realizações. Eis o que sobrepuja a própria ilusão de liberdade.

    Desculpe se viajei demais.

    Um abraço!
    Everton Spolaor





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    Muito além do Q.I., a verdadeira inteligência é aquela que dá ao homem o poder de modificar o ambiente através de idéias que foram formadas pelo livre pensamento e que não estão presas à pujança dos instintos animais. Através do encadeamento de idéias busquei elaborar uma obra espirituosa, objetiva e eficaz no sentido de despertar nas pessoas aquilo que a Natureza, em sua intangível sabedoria, nos concedeu de mais valioso: o poder de pensar.


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